
Informou, ainda, que leu mensagens no aparelho celular do seu marido nas quais o vereador de São Luís, Beto Castro (Avante), pedia que o mesmo cobrasse uma dívida sua.
Mais constatando também que ele, minutos antes da execução de João Bosco, reuniu-se em uma mesa com a vítima; o vereador Beto Castro; e o empresário Gibson César Soares Cutrim, assassino confesso do empresário.
Em seus depoimentos, Beto Castro e Gibson Cutrim omitiram a presença de Daniel Itapary que, conforme divulgado pelo editor do Blog ontem, se afastará da sua função no Governo para viajar para Sharm El Sheikh, no Egito.
Gibson Cutrim afirmou que matou João Bosco por que o mesmo estava lhe ameaçando e exigido o pagamento de 50% de uma propina em cima de um valor de R$ 788 mil referente ao pagamento, por parte da Secretaria de Estado do Educação, de um processo pertencente a uma empresa de vigilância e que estava como restos a pagar desde 2015.
Até o momento, a Polícia Civil não emitiu qualquer informação acerca do quarto elemento presente na cena do crime.
Igualmente ao Governo do Estado, que também não trata sobre a denúncia de tráfico de influência e pagamento de propina dentro da estrutura administrativa da pasta da Educação.
Dinâmica do crime – Nas imagens, é possível constatar que Beto Castro e João Bosco se encontram e, em seguida, reúnem-se em uma mesa com o “rapaz careca”, já devidamente identificado.
Minutos depois, aparece Gibson Cutrim, que senta na mesma mesa do trio.
Daniel Itapary, inclusive, puxa a cadeira para que o acusado pudesse se sentar.
Em determinado momento, o sobrinho do governador levanta-se para cumprimentar um homem de terno que passou pelo local da reunião.
Neste momento, observa-se que Gibson e Bosco começam a discutir de forma mais ríspida.
O acusado, então, sai na direção contrária e é acompanhado por Beto Castro.
No momento seguinte, ele retorna e executa o empresário, que já estava de pé.
Fonte: Blog Gláucio Ericeira
