
O Fantástico percorreu os municípios mais afetados pela chuva e mostra a importância de decisões rápidas para evitar que o lixo se acumule e prolifere doenças na população.
Quando a chuva termina e o nível das águas baixa, aparece um outro efeito da tragédia no Rio Grande do Sul: é preciso retirar toneladas e toneladas de detritos. O que se vê são restos de móveis, utensílios ou mesmo casas inteiras. Vai tudo embora, levando junto lembranças preciosas.
O Fantástico deste domingo (2) mostra o desafio de administrar essa quantidade monumental de resíduos. Segundo a pesquisa, a quantidade de lixo gerada na cheia que atingiu o Rio Grande do Sul é maior do que foi gerada na guerra na Faixa de Gaza.
“A gente chegou em 47 milhões de toneladas de resíduos”, diz Guilherme Iablonovski, pesquisador de soluções para o desenvolvimento sustentável da ONU.
Essa conta vem do estudo feito por pesquisadores da Universidade do Rio Grande do Sul e da ONU Meio Ambiente, mas ainda é preliminar. A previsão é de que a quantidade seja ainda maior.
O desafio do lixo está presente nas cidades atingidas pelas cheias no Rio Grande do Sul. — Foto: TV Globo/Reprodução
