
O caso da morte da influenciadora Adriana Oliveira ganhou um novo capítulo com a revelação de que seu sogro, Antônio do Zico, envolvido no crime, já possuía um histórico de violência. Em 2012, ele foi preso ao lado de seu filho Vanderley Campos Paixão, conhecido como “Vandê”, e Antônio Geane da Silva pelo assassinato brutal do fazendeiro Simplício Ribeiro.
O crime aconteceu na propriedade da vítima, que vivia sozinha. De acordo com a investigação da Polícia Civil na época, Geane foi até a fazenda um dia antes do homicídio para negociar a compra de um touro. Ele combinou de voltar no dia seguinte para finalizar o acordo. Quando retornou, trouxe “Vandê” consigo, e juntos atacaram o fazendeiro com golpes de machado na cabeça até a morte.
Para ocultar o crime, o trio escondeu o corpo em um matagal e roubou 80 cabeças de gado da propriedade, transportando os animais em um caminhão até a fazenda de Geane.
As prisões começaram em 2 de julho de 2012, quando a polícia encontrou Antônio Geane em sua casa, no povoado Posto Leitão. Com ele, foi apreendido um revólver calibre 38. Durante o interrogatório, ele confessou o crime e delatou a participação de Antônio do Zico e “Vandê”. Poucos dias depois, pai e filho foram presos na fazenda “Cinco Irmãos”, no povoado de Jatobá, onde a polícia também encontrou várias armas e munições.
Os três homens foram levados à Delegacia Regional de Santa Inês e autuados em flagrante por homicídio e porte ilegal de armas. Porém, mesmo após a gravidade do crime, todos acabaram soltos após um período de prisão e permaneceram em liberdade até os desdobramentos recentes envolvendo a morte de Adriana Oliveira.
A reabertura desse histórico de violência levanta questionamentos sobre como o passado do sogro da influenciadora pode ter influenciado nos eventos que levaram à sua trágica morte. As investigações continuam.
