Um homem morador de Nova Iorque, no interior do Maranhão, denunciou que perdeu uma consulta médica essencial para o processo de transplante de rins devido a problemas no transporte oferecido pela Secretaria Municipal de Saúde. O paciente está em fase de acompanhamento e realização de exames preparatórios para o transplante, procedimento que exige rigor no cumprimento do cronograma médico.
De acordo com o relato, o deslocamento até a cidade de Floriano, no Piauí, onde ocorreria a consulta, seria feito por meio de um veículo do programa Tratamento Fora de Domicílio (TFD). Dias antes da viagem, o homem esteve na Secretaria de Saúde, conversou com os responsáveis e recebeu a garantia de que o transporte estaria disponível na data marcada.
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No entanto, um dia antes da consulta, o paciente foi informado por mensagem de que o veículo estaria quebrado e, por isso, não poderia realizar a viagem. Sem alternativas, ele acabou não comparecendo à consulta, comprometendo a continuidade do processo para o transplante renal.
Posteriormente, segundo informações obtidas, o veículo citado não estaria com problemas mecânicos, mas teria sido utilizado para transportar pessoas até a cidade de Teresina, no Piauí, onde participariam de uma corrida rústica. O caso gerou revolta e levanta questionamentos sobre a prioridade no uso dos veículos destinados ao atendimento de pacientes que dependem do TFD para tratamentos de saúde essenciais.
