A distribuidora do filme Dark Horse, que retrata a trajetória do ex-presidente , está elaborando uma estratégia para reduzir os riscos de a obra ser alvo de restrições da Justiça Eleitoral durante o período das eleições de 2026.
De acordo com as informações divulgadas pela jornalista Malu Gaspar, a empresa pretende adotar medidas para evitar que o longa seja interpretado como propaganda política indireta. Entre as alternativas estudadas estão a produção de versões diferentes do filme e a distribuição de cópias dubladas, buscando adequar a exibição às regras eleitorais.
A preocupação da distribuidora surge diante da possibilidade de que a obra seja questionada por seu potencial impacto sobre o eleitorado, especialmente em um cenário de intensa polarização política. Além disso, o projeto tem sido cercado por debates relacionados ao seu financiamento e à influência que poderia exercer durante o processo eleitoral.
Até o momento, não há decisão da Justiça Eleitoral sobre o filme. Eventuais medidas dependerão de análises e ações que venham a ser apresentadas quando a obra for lançada ou exibida durante o período eleitoral.
O caso reacende a discussão sobre os limites entre manifestações culturais, produções audiovisuais e propaganda política, tema que costuma ganhar destaque em anos de eleição.
