A Justiça de São Paulo determinou a soltura de João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva e Gabriel Barros Martins, presos durante as investigações da morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida após um salto de rope jump no interior paulista. Os dois deixaram a prisão na tarde desta quarta-feira (8), após a revogação das prisões.
De acordo com o relatório final da Polícia Civil, nenhum dos dois foi indiciado no inquérito. No caso de João Antonio Pivetta, que inicialmente era investigado sob a suspeita de ter retirado a câmera utilizada pela vítima no momento da queda, as apurações concluíram, com base em depoimentos de testemunhas, que ele não foi responsável pelo desaparecimento do equipamento. Os investigadores também apontaram que sua função durante a atividade não permitia qualquer participação direta no acidente.
Já Gabriel Barros Martins, que era suspeito de ter deixado o local após a queda de Maria Eduarda, também não teve participação considerada relevante na morte da jovem, segundo a conclusão da investigação.
Apesar da revogação das prisões, o caso segue em apuração. O relatório final da Polícia Civil manteve como investigada Evelyne dos Santos Gonçalves, apontada como CEO do grupo responsável pela atividade de rope jump.
A decisão da Justiça diz respeito exclusivamente à liberdade de João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva e Gabriel Barros Martins e não representa o encerramento das investigações sobre as circunstâncias que levaram à morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas.
Com informações do Metrópoles.
