
Evelyn Lima Dantas era investigada por suspeita de envolvimento indireto na morte de um sargento da Polícia Militar e por tráfico de drogas.
A influenciadora Evelyn Lima Dantas foi morta a tiros na madrugada desta quarta-feira (16), em Mãe do Rio, no Pará. O crime aconteceu oito dias após a Justiça conceder liberdade provisória à jovem, que respondia a investigações relacionadas à morte de um sargento da Polícia Militar.
Evelyn havia sido presa na quinta-feira (30) de julho, um dia depois da morte do sargento Antônio Anildo Alves. Segundo as informações, ela era investigada por suspeita de ter prestado apoio a pessoas envolvidas no assassinato do policial. Na ocasião, também foi autuada em flagrante por suspeita de tráfico de drogas.
Liberdade provisória
A Justiça concedeu liberdade provisória a Evelyn na terça-feira (08) de setembro. Com a decisão, ela poderia responder ao processo fora da prisão, mas deveria cumprir medidas cautelares determinadas judicialmente.
Entre as obrigações impostas estavam o monitoramento eletrônico, o comparecimento mensal em juízo e o recolhimento domiciliar em horários determinados.
A concessão da liberdade provisória não representava absolvição. Evelyn continuava sendo investigada e respondendo às obrigações judiciais quando foi assassinada.
Investigação do homicídio
O assassinato da influenciadora aconteceu na madrugada desta quarta-feira (16), em Mãe do Rio. As circunstâncias do crime e a autoria dos disparos deverão ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Até o momento, as informações apresentadas não esclarecem a motivação do homicídio nem se existe relação entre a morte de Evelyn e as investigações sobre o assassinato do sargento Antônio Anildo Alves.
O caso deve ser investigado pela Polícia Civil, que poderá apurar as circunstâncias do crime, identificar os responsáveis e esclarecer a possível motivação.
Atenção: As informações sobre a autoria, motivação e eventual relação com o caso do sargento dependem da apuração policial. A suspeita de envolvimento em crimes não equivale a uma condenação.
