
A emissora carioca entrou com uma série de ações na Justiça para tentar tirar do ar sites que oferecem, de forma ilegal, sinais de seus canais pagos, especialmente os esportivos e os de notícias, como GloboNews, SporTV e Premiere, por um preço muito abaixo do mercado.
Em pelo menos dois processos, a TV já obteve sucesso. As chamadas “operadoras piratas” vendem pacotes de até R$ 35 e prometem liberar até 1.500 sinais por meio da tecnologia de IPTV. Outros dois continuam em curso. A maioria deles é de pay-per-view do futebol nacional.
Em todos os processos, a Globo diz perder muito dinheiro com vendas ilegais. Somente o Premiere, afirma a empresa, tem um prejuízo de R$ 500 milhões com pessoas que assistem aos jogos sem pagar.
