
A defesa de Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, e de seu irmão, Alejandro Camacho, afirmou na última quarta-feira (10) que é “inviável” a participação dos dois em um suposto esquema de lavagem de dinheiro investigado pela Operação Vérnix.
De acordo com o advogado Bruno Ferullo Rita, ambos estão custodiados em unidades federais de segurança máxima desde 2019, onde cumprem rígidas restrições de comunicação, o que, segundo a defesa, impossibilitaria qualquer participação em atividades criminosas externas.
A manifestação ocorreu após os nomes dos irmãos serem citados no âmbito das investigações da Operação Vérnix, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado a organizações criminosas.
A defesa também contestou a menção a familiares de Marcola no inquérito, argumentando que o fato de alguns investigados serem seus sobrinhos não pode ser considerado prova de envolvimento dos irmãos em atos ilícitos.
Os advogados ressaltaram que qualquer tentativa de vincular Marcola e Alejandro Camacho ao esquema apenas com base em relações familiares seria inadequada e sem respaldo probatório. A defesa informou ainda que continuará acompanhando o caso e adotará as medidas necessárias para garantir os direitos dos investigados.
As investigações da Operação Vérnix seguem em andamento, e as autoridades responsáveis ainda analisam os elementos reunidos durante a apuração.
