
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) concedeu auxílio-doença à colaboradora doméstica que trabalhou na mansão do atacante em Mangaratiba (RJ), e alegou cumprir jornadas de até 16 horas por dia.
Os advogados da trabalhadora afirmam que, ao carregar carnes e outros utensílios pesados, ela desenvolveu problemas na coluna e inflamação no quadril.
Apesar de ter sido contratada por uma empresa terceirizada, a cozinheira também incluiu o atleta no processo por ser o tomador dos serviços — o que, na Justiça do Trabalho, pode implicar responsabilização subsidiária ou solidária. Segundo ela, a mesma atuou na residência oficial do jogador, conhecida como Casa Hotel Portobello, além de um condomínio ao lado, o Condomínio Portobello.
O horário previsto em contrato era das 7h às 17h, de segunda a quinta-feira, e das 7h às 16h às sextas-feiras. Segundo o processo, porém, a jornada não era cumprida nesses moldes, e a trabalhadora frequentemente extrapolava o horário, chegando a atuar mais de 14 horas por dia, em média.
A funcionária afirma que, em algumas ocasiões, estendeu a jornada até as 23h e até a meia-noite, preparando refeições do café da manhã ao jantar para o atleta e convidados.
Via: Metropoles
