
Menos de uma semana após retornar de um luxuoso tour por Paris, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) volta a protagonizar mais um episódio de gastos milionários com recursos públicos em viagens internacionais. Desta vez, o destino foi o Canadá, onde Lula participa como convidado da reunião do G7 – um compromisso com duração inferior a 24 horas.
Fatura milionária em transporte de luxo
Segundo informações divulgadas, apenas com o aluguel de veículos de luxo para transportar Lula e sua comitiva em solo canadense, os cofres públicos já desembolsaram mais R$ 1,3 milhão. A empresa escolhida para o serviço foi a AMPM Limousines, especializada em limusines e veículos de alto padrão, com capacidade para até 20 passageiros.
Somado ao valor gasto com o mesmo serviço em Paris – que foi de R$ 974,4 mil – o total apenas com transporte de luxo nas duas viagens ultrapassa a marca de R$ 2,3 milhões.
Hospedagem milionária em Paris e nova despesa no Canadá
Na passagem por Paris, a comitiva presidencial também gerou um custo elevado com hospedagem: mais de R$ 1,2 milhão somente em diárias de hotel. Agora, no Canadá, o governo federal ainda não confirmou oficialmente os gastos com a hospedagem de Lula, mas já há sinais de novas cifras expressivas.
O cerimonial da Presidência, por exemplo, alugou cinco quartos no Days Inn by Wyndham Calgary South, ao custo de R$ 60,7 mil – uma prévia modesta, considerando os padrões das viagens recentes do presidente.
Participação relâmpago no G7
O alto custo da viagem chama ainda mais atenção devido à curta duração da participação de Lula na cúpula do G7. O presidente foi convidado como coadjuvante em um evento que nem chega a completar um dia de compromissos oficiais.
Críticas ao excesso de gastos
O novo episódio reforça o debate em torno da gestão de recursos públicos e do contraste entre os gastos da Presidência com luxo e a situação econômica de grande parte da população brasileira.
Enquanto o governo defende que a presença internacional de Lula é importante para a imagem do Brasil no exterior, críticos apontam desperdício e ostentação desnecessária, especialmente em tempos de dificuldades fiscais e corte de investimentos em áreas essenciais.
