
João Pedro Marquini, policial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), foi morto na noite deste domingo (30/3) na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Marquini, de 38 anos, era casado com a juíza criminal Tula Mello, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).
O casal havia oficializado a união em fevereiro de 2024. Durante o aniversário do policial, em novembro do ano passado, a magistrada compartilhou uma homenagem ao marido nas redes sociais, destacando o amor e a cumplicidade entre os dois. “Independentemente da força da tempestade que passa (tudo passa), a gente fica. Fica junto, fica feliz, fica firme”, escreveu a juíza.
Nas redes sociais, os dois compartilhavam momentos de viagens por diversos destinos internacionais, incluindo Dubai, Amsterdã, Croácia, Paris, Turquia e Istambul. Marquini também se destacou no esporte, conquistando a medalha de prata na natação durante os Jogos Nacionais da Magistratura, realizados em Goiânia, em outubro do ano passado.
O policial integrava a Core, unidade de elite da Polícia Civil especializada em missões de alto risco, como resgate de reféns, incursões em áreas controladas por facções criminosas e combate às milícias e ao crime organizado. Marquini também fazia parte da Associação de Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), assim como sua esposa.
A morte do agente gerou grande comoção entre colegas da polícia e do judiciário. As autoridades seguem investigando o caso para esclarecer as circunstâncias do crime.
